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🚨 DESABASTECIMENTO DE MEDICAMENTOS PARA EPILEPSIA: O QUE FAZER? 🚨

A falta de medicamentos não é apenas um problema administrativo — ela coloca vidas em risco. A interrupção do tratamento pode aumentar a frequência das crises, agravar o quadro clínico e causar acidentes e lesões graves.

Por isso, é fundamental agir rapidamente e registrar denúncia nos canais oficiais.

Estamos divulgando orientações importantes sobre como agir em situações de desabastecimento de medicamentos anticrise.

Nunca interrompa seu tratamento. A falta de medicamentos causa graves riscos à saúde, piora quadro clínico e, em casos mais graves durante as crises o paciente pode sofrer lesões sérias com risco de vida.

  1. Busque orientação do neurologista que faz o acompanhamento do paciente; utilize os canais de Denúncia:
  2. Ouvidoria Geral do SUS – Disque Saúde: Ligue 136 (ligação gratuita);
  3. WhatsApp: Chame o Ministério da Saúde no número (61) 99846-5606;
  4. Ouvidoria SUS Bahia: Ligue 0800 284 0011 (Opção 1) ou mande mensagem para o WhatsApp (71) 3118-8365
  5. Se o medicamento for distribuído pelo SUS Municipal (Secretaria Municipal de Saúde de Salvador) registrar queixa na ouvidoria do município +55 71 8791-3420 ; se for pelo SUS Estadual (Secretaria de Saúde do Estado da Bahia) +55 800 284 0011;
  6. Procure a Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE-BA) Ligue para 129 (gratuito de telefone fixo) ou 0800 071 3121 (gratuito para celular e fixo), levando a receita médica e a negativa formal do posto de saúde. Isso é essencial para solicitar o fornecimento judicial do medicamento.
  7. Preencher o Formulário da ABPEFA sobre falta de medicamentos https://forms.gle/uGXeBYqtPkBrpEwK8
  8. Siga a ABPEFA no Instagram @epilepsiabahia e marque alguém que esteja passando por uma situação como essa

Siga a ABPEFA:
📍 Instagram: @epilepsiabahia

Denúncia de Falta de Medicamentos para Epilepsia na Bahia
O Formulário para registro da falta de medicamentos para epilepsia nos municípios da Bahia, contribuindo para levantamento de dados, encaminhamento aos órgãos públicos e defesa do direito ao tratamento contínuo das pessoas com epilepsia.

As informações poderão subsidiar ações junto às secretarias de saúde, Ministério Público, Defensoria Pública e órgãos de controle social. https://forms.gle/uGXeBYqtPkBrpEwK8

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